A CONFISSAO DE JUDAS
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UMA ANÁLISE DO PENSAMENTO DE
JUDAS
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André Luiz, Teólogo
Historiador
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ÍNDICE
1 – Prefácio.
2 – Introdução.
3 – Localização.
4 – A Revelação.
5 – A Confiança.
6 – Vi e Vivi o Outros não Viram.
7 – A Tentação.
8 – O Peso da Revelação.
Todos os Direitos Reservados
Introdução.
Um de meus
projetos no curso de Historia é descrever o pensamento de figuras históricas
como se a própria figura estivesse pensando, e entender o pensamento humano é
muito complicado, é desafiador, é emocionante e mais trabalhoso do que pude
imaginar.
Quando projetei
este livro; meus filhos ainda eram pequenos, e pude experimentar com eles
recentemente um debate: travamos uma discussão intelectual sobre a figura em
tela, foi e esta sendo muito gratificante.
Uma figura tal
como foi Judas, sempre será controversa a qualquer um, pois, após vivenciar
episódios de libertação, milagres e revelações com o próprio Messias, é difícil
acreditar que pudesse qualquer um vender por dinheiro a confiança e convivência.
Ou Não? Quantas vezes o episódio se repetiu? O que motiva estas pessoas? Qual o
seu fim?
Entender a figura de Judas é um projeto
desafiante, pois, historicamente muito pouco se descreveu ou escreveu- se sobre
ele. O pensamente Cristão não perdoa, ou melhor, procura deixar afastado aquele
ou aqueles que traem, mas saber o que passava pela mente de um homem que viu,
viveu, conviveu, aprendeu com Yehoshua, e foi um de
seus homens de confiança e mesmo assim ter se perdido é intrigante.
Por que não entender
ou analisar, o que ocorreu? Eu garanto que cada leitor tem uma opinião própria
da motivação de Judas. Qual seu verdadeiro papel? O que se passava na sua
mente? Que pensava o que sentia?
Penetrar naquela
mente, perscrutar seus sombrios pensamentos, vivenciar suas idéias. Asseguro
que explorar estas idéias, o levara à outra visão do cristianismo. Sua
personalidade compreende o cristianismo pela visão do cristianismo. Somos
semelhantes a Judas até que ponto? E até onde imitamos seus atos? O que faria
no lugar dele?
Jesus garantiu
que naquela noite todos o trairiam, e de fato aconteceu o que Jesus profetizou.
Todos fugiram até mesmo Pedro que sacou da espada cortou a orelha de Malco.
Depois correu, fugiu, ocultou-se entre os freqüentadores e servos dos
sacerdotes, para de longe ver o que ocorreria, e então por fim Negou-o. Jesus
se declararia Rei? Esquivaria da multidão como já havia feito? Paralisaria a
todos? Jesus se revelaria Messias, o que aconteceria?
Durante todo o
ministério de Judas, ele segundo as Escrituras, ele usufruía dos recursos da
bolsa, superfaturava, desviava dinheiro, doações das ricas mulheres que seguiam
Jesus. Inclusive a Esposa do Governador Poncio Pilatos, os recursos que os
publicanos deixavam como ofertas ao custeio do projeto de JESUS e de ajuda aos
miseráveis que eram acolhidos por Jesus.
Neste trabalho há
muitos Judaizismos, mas a todos
procuro dar explicação e entendimento. Os locais e referencias geográfica também
serão esclarecidas, bem como as bibliografias.
Bem, antes de
partimos em busca do que povoava os pensamentos de Judas, faz-se necessário
conhecer um pouco de termos e particularidades dos semíticos e Judaicos.
A língua
semítica no geral é pronunciada de forma gutural e originalmente o aramaico e
hebraico não possuíam vogais, Além é claro de ser escrito da Direita para
Esquerda, o que dificultava e dificulta a tradução de códices originais. Mesmo
assim estudiosos têm se dedicado a compreender e interpretar a língua. Rabinos
de alto conhecimento do quilate de Ákiva do primeiro
século de Cristo que ajudaram a escrever o Mishma se empenharam e têm se
empenhado nesse encargo, ou seja, entender plenamente a língua antiga.
Logo abaixo,
tomei a liberdade de transcrever um trabalho muito bom que ajudará no objetivo
proposto inicialmente, ou seja, compreender um pouco do semítico e sua
discussão.
“quae ex originali.”
“Existem alguns sites na internet que dizem que o nome de Deus é YAOHU.
O nome de Deus jamais poderia
ser Yaohu, pois a vogal hebraica "Kamets" não tem o som de
"ao", mas sim o som de "a" ou de "o", e a letra
hebraica "Vav", no caso do tetragrama יהוה é consoante, pois está seguida por uma
vogal, que é indicada pela letra "He" final, e por isso neste caso a
letra "Vav" tem som de "v".
O verdadeiro nome de Deus é Yahveh. Escrito em letras hebraicas é יַהְוֶה. Pronuncia-se “Yahvé”, mas se for pronunciado de maneira mais pausada, a
pronúncia é “Yahevé”.
O nome de Deus, adaptado
para a língua portuguesa, é “Javé”, ou “Jaevé”.
Veja a explicação detalhada da grafia e da pronúncia correta do
nome de Deus.
Existe uma forma abreviada do nome de Deus, que é יָהּ. Pronuncia-se “Yáhe”, pois
neste caso o “Hê” final é pronunciado, pois está com um ponto dentro dele,
chamado “Mappiq”, o qual indica que o Hê deve ser pronunciado, apesar de estar
no final da palavra.
Esta forma abreviada do nome de Deus, adaptada para a língua portuguesa, é “Jae”.
A forma abreviada do nome de Deus é usada no Tanach geralmente
em trechos poéticos, como, por exemplo, Êxodo 15:2 e Salmos 118:5, e é usada
também na expressão הַלְלוּ יָהּ “halelú Yáhe", que adaptada para o português é
"aleluia", a qual significa "louvai a Jae".
Em hebraico, formas abreviadas do nome de Deus são usadas para formar nomes próprios.
Existem cinco formas abreviadas do nome de Deus que são usadas para formar nomes próprios, sendo
que duas são usadas como sufixo e três são usadas como prefixo:
As formas abreviadas do nome de Deus que são usadas como sufixos para formar nomes
próprios são יָהוּ “Yáhu"
e יָה "Yá".
Exemplos:
יְשַׁעְיָהוּ “Yeshayáhu",
que adaptado para o português é “Isaías”, que significa "Javé salva".
יְשַׁעְיָה "Yeshayá", forma mais
abreviada do nome anterior.
יִרְמְיָהוּ "Yirmeyáhu", que adaptado
para o português é “Jeremias”, que significa "Javé atira".
יִרְמְיָה "Yirmeyá", forma mais
abreviada do nome anterior.
As formas abreviadas do nome de Deus que são usadas como prefixos para
formar nomes próprios são יְהוֹ “Yeho", יוֹ "Yo" e יֵ “Ye".
Exemplos:
יְהוֹחָנָן "Yehochanan", que
adaptado para o português é “Jeoanã”, ou “Joanã”, ou “João”, que significa
"Javé agraciou".
יוֹחָנָן "Yochanan", forma mais
abreviada do nome anterior.
יְהוֹשׁוּעַ "Yehoshua", que adaptado para
o português é “Jeosua”, ou “Josua”, ou “Josué”, ou “Jesus”, que significa
"Javé salva".
יֵשׁוּעַ "Yeshua", forma mais
abreviada do nome anterior.
Este nome, יְהוֹשׁוּעַ "Yehoshua", ou יֵשׁוּעַ "Yeshua", é o nome do
sucessor de Moisés, geralmente conhecido como Josué, e é também o nome do sumo
sacerdote mencionado em Esdras 3:2 3:8 e Ageu 1:1 e 1: 12 e 1: 14 e em Zacarias
3:1.
A forma abreviada do nome de Deus quando está no início da palavra é diferente de
quando está no final da palavra, devido às regras fonéticas da língua hebraica,
que exigem a alteração das vogais, conforme a posição no início, ou no fim da
palavra, ou conforme estejam mais perto ou mais longe do fim da palavra, quando
há formação de palavras juntando prefixos ou sufixos.
Exemplo:
מֶלֶךְ "mélekh", que significa
"rei" e מַלְכֵּנוּ "malkênu", que é a mesma palavra,
com o sufixo da primeira pessoa do plural, e que significa "nosso
rei", e מְלָכִים “melakhim”, que significa “reis”.
Outro exemplo:
כָּבוֹד "kavod", que significa
"glória", e כְּבוֹדוֹ “kevodô", que é a mesma palavra,
com o sufixo da terceira pessoa do singular, e que significa "a sua
glória" ou "a glória dele".
Por este motivo é que a forma abreviada do nome de Deus, יָהוּ Yahu, quando é colocada como prefixo, no início da
palavra, passa a ser vocalizada como יְהוֹ Yeho.
Judá em hebraico é יְהוּדָה “Yehudá", que significa "ele
seja louvado".
Judeu em hebraico é יְהוּדִי “Yehudi", que significa "de
Judá", ou "da Tribo de Judá", ou "natural do Reino de
Judá", ou "adepto do Judaísmo".
Israel em hebraico é יִשְׂרָאֵל Yisrael,
que significa “Deus luta”. Esta palavra, adaptada para o português, é Israel.
Israelita em hebraico é יִשְׂרָאֵלִי Yisraeli, que significa “descendente de Israel”, ou
“pertencente ao povo de Israel”.
A palavra hebraica אֲדֹנָי ouאֲדוֹנָי “Adonai",
que significa "Senhor", nada tem a ver com o nome do deus grego
Adônis, pois a língua grega pertence à família lingüística indo-européia, e o
hebraico pertence à família lingüística hamito-semítica, de modo que não se podem
relacionar palavras de sons semelhantes gregas e hebraicas.
O nome יֵשׁוּעַ “Yeshua" nada tem a ver com a palavra hebraica עֵז “ez”,
que significa “bode”.
A palavra “Deus” nada tem a ver com a palavra “Zeus”, são palavras
totalmente diferentes e não relacionadas.
A palavra portuguesa “Deus” é a tradução fiel das palavras
hebraicas אֵל “El”, אֱלוֹהַּ “Elôahe” e אֱלוֹהִים “Elohim”, que significam “Deus”.
A palavra inglesa “God” nada tem a ver com o nome do deus cananeu
Gad, mencionado na Bíblia, pois os cananeus
falavam uma língua semítica, e o inglês é uma língua indo-européia, de modo que
não se pode relacionar o nome do deus cananeu Gad com a palavra inglesa God.
A palavra inglesa “God” é a fiel tradução para o inglês
das palavras hebraicas אֵל “El”, אֱלוֹהַּ “Elôahe” e אֱלוֹהִים “Elohim”, que significam “Deus”.
Gólgota é a adaptação para o grego da palavra aramaica גֹלְגֹלְתָא “Golgoltá”,
que nada tem a ver com a palavra inglesa “God”, pois é totalmente diferente, e,
além disso, o aramaico é uma língua semítica e o inglês é uma língua
indo-européia, de modo que não pode haver nenhuma relação entre palavras de uma
e de outra língua.
הַשֵּׁם “Hashem” ou “Ha-Shem”, em hebraico,
significa “O Nome”.
O prefixo הַ “ha” é artigo definido, e significa “o”.
A palavra hebraica שֵׁם “Shem” significa “nome”, e nada tem a ver com o nome da
deusa assíria Semíramis, pois são palavras totalmente diferentes e não
relacionadas.
אֵל שַׁדָּי “El Shaday” em hebraico significa “Deus
Onipotente”.
A palavra hebraica אֵל “El” significa “Deus”, e nada tem a ver com o nome de
nenhum ídolo.
A palavra hebraica שַׁדַּי “Shaday” significa
“Onipotente” ou “Todo-Poderoso”, e nada tem a ver com nomes de espíritos
malignos.
Não existe hebraico arcaico. O hebraico em que está escrito o
Tanakh é o mais antigo que existe. Existe o hebraico bíblico, e existe o
hebraico moderno, mas não existe hebraico arcaico. O hebraico mais antigo que
existe é aquele utilizado no texto do Tanach (Antigo Testamento). Não se deve
confundir o alfabeto com a língua. Após o exílio em Babilônia, os judeus
passaram a usar o alfabeto aramaico para escrever o hebraico, mas isto não
alterou em nada a língua hebraica, que continuou a mesma. Além disso, o alfabeto
hebraico antigo e o alfabeto hebraico moderno, na realidade, é o mesmo
alfabeto, só mudou a maneira de desenhar cada letra, mas continuaram sendo as
mesmas letras. É o mesmo que acontece com o alfabeto brasileiro, em que há as
letras de imprensa maiúsculas, as letras de imprensa minúsculas, as letras
manuscritas maiúsculas e as letras manuscritas minúsculas. Em cada um desses
conjuntos de letras, as letras são desenhadas de maneira diferente, mas são as
mesmas letras.
Não existe em hebraico a palavra “Ulhim”.
Não existe em hebraico a palavra “Molkhiul”.
Deus em hebraico é “El” e não “Ul”.
A palavra hebraica רוּחַ “ruach”
(o ch na transliteração de palavras hebraicas tem o som do ch em alemão na
palavra Bach) significa “espírito” ou “vento”.
É totalmente falsa a informação de que רוּחַ “ruach” significa: “mal”, “maligno” ou
“mau”.
רוּחַ הַקֹּדֶשׁ “Ruach ha-Kódesh” significa “Espírito
Santo”, e nada tem a ver com a palavra אַקּוֹ “akko”, que é completamente diferente e
não relacionada.
Não existe em hebraico a palavra “Rúkha”.
Não existe em hebraico a palavra “hol”.
Não existe em hebraico a palavra “Hodshúa”.
Não existe em hebraico a palavra “amnao”.
Amém em hebraico é אָמֵן “amén”.
Infelizmente, as pessoas que escreveram o que consta nos
mencionados sites mentem muito, e fazem desinformação, ou seja, divulgam
informações totalmente falsas.
Ao que tudo indica as pessoas que escreveram nos referidos sites
procuram, por todos os meios, evitar que as pessoas pronunciem
corretamente o nome de Deus, que é יַהְוֶה “Yahvé” ou “Yahevé”, sendo que a forma adaptada para a língua portuguesa
é Javé ou Jaevé.
A adaptação de uma língua para outra é necessária, pois Deus deu a cada povo um sistema fonético diferente, quando
Ele fez a confusão das línguas em Babel, conforme consta em Gênesis 11:1-9.
Portanto, as pessoas que escreveram nos referidos sites estão
sendo usadas pelo Satanás, para impedir que as pessoas invoquem o nome de Javé.
Em Deuteronômio 6: 13 está escrito: “A JAVÉ TEU DEUS TEMERÁS, E A ELE SERVIRÁS, E PELO SEU NOME
JURARÁS”, e em Salmos 105:1 está escrito: “LOUVAI A JAVÉ, INVOCAI O SEU NOME”, e em Joel 3:5 (ou 2:32) está
escrito: “E ACONTECERÁ QUE TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DE JAVÉ SERÁ SALVO”.
Portanto, devemos invocar o nome de Javé, o nosso Criador bendito.
...
Que Javé (Yahveh) vos abençoe.
João Paulo Fernandes Pontes (nome hebraico: Yochanan Ben Yosef).
Publicado em 15 de abril de 2007.
”Atualizado em 25 de maio de 2014.”
Boa Leitura.
André Luiz G Santos.
Localização
Aqui em meio a trevas profundas, neste lugar, em
que meus pensamentos são atemorizantes, perturbadores incuráveis e me afligem
sem parar. Posso sentir todas as sensações imagináveis como antes, só há um
detalhe não tem como satisfazer nenhum anseio, nada de que eu desejo posso
fazer, sinto como se tivesse sede, sinto como se minha língua se pegasse ao céu
da boca: qual boca? Não há língua ou boca, algo em meu âmago está insatisfeito,
não há como saber; parece fome, parece um vazio, não há descrição, não há como
preencher. Quando criança, tinha pesadelos, sonhava caindo indefinidamente, mas
ante a ansiedade, acordava. Aqui o
pesadelo não termina, minha consciência me cobra indefinidamente. Não há dia ou
noite apenas este vazio, e as imagens da minha mente cobrando, cobrando, e
cobrando. Recordo diuturnamente refaço passo a passo de minha vida.
Não sei quando realmente começou,
mas sei como começou.
Tudo parecia tão normal para as
condições do próprio tempo; havia no meio do populacho um murmúrio muito
grande. Aconteceria algo por aqueles dias. Todos sentiam.
Mas na verdade, quem poderia alcançar
a dimensão de tudo, e seu real sentido.
Para que se possa compreender com
clareza o que passarei a relatar, faz-se necessário primeiro, que explique como
pensam os povos de então. Pois, compreendo que não é fácil compreender o
pensamento semítico e sei que não sou um Chacham.
O peso de ser um povo escolhido
mediante as varias fases de escolha, por mais de uma vez nossos patriarcas não
eram os primeiros na linha e de comando tribal, e por mai s de uma vez a soma
de acontecimentos os colocou em evidencia tornando-os os atores principais.
Desde
nosso pai Avraham durante sua peregrinaçāo. A nossa mãe Sarah Sugeriu a nosso
pai Abraão que sua serva Hagar lhe desse um filho e lhe nasceu Ismael e que
após o nascimento desprezou a sua senhora e seu meio-irmão pelo que, foi
mandado ir para Berseba e nos dias de Isaac e mesmo ou muito mais de nosso pai
Jacó uma vez que ele já nasceu em lutas com seu irmão Edon, pois, para conseguir
a primogenitura usou de artifício aproveitando-se da fome do irmão, e diante do
fato de Edon sempre ter desprezado o seu direito, este foi comprado por Jacó e
assim sempre tivemos que lutar muito, por isso todas as oportunidades teriam
que ser agarradas.
Não me sai da cabeça ainda agora. Esta
é a pior parte da tormenta, a voz de Yeshua durante a Ceia não dá para esquecer.
Ele Partiu o kemach matza após fazer a oraçāo do pessach molhou o matzo no Kosher e me falou ao pé do ouvido sua
voz sempre firme, mas, doce, e agora a ouço com um tom de melancolia: “que tem
de fazer faça depressa”. Dia, após, dia noite, após, noite as mesmas palavras. A
forte imagem DELE sendo levado... Espancado, mas... Eu pedi para não baterem NELE...
Eles não me ouviram, eles não me ouviram, por que Ele não reagiu? Dava pra
sentir um forte movimento nos ares, poderia levantar o dedo mínimo, e os
agressores cairiam. Por que Ele não reagiu?... Foi arrastado ao Sinedrio, não
era necessário Ele estava indo voluntariamente; para que gritavam aquilo?
“impostor”, não Ele não era impostor, era Rei, eu vi quando os céus se abriram
o Ruach
ha-Kódesh desceu. Eu vi, ouvi o estrondo da
voz de EL
SHADDAI, sou testemunha, eles não tinham
o direito, Ele é Rei e eu era seu ministro, seu tesoureiro, Eu sabia que Ele
reinvidicaria a ocupação, seu lugar era seu direito. Mas sabe o que Ele disse? Sou
Rei sim, mas, meu Reino não é aqui, meu Reino não é aqui, como pôde? Bastava
elevar o dedo mínimo e os Céus iriam se abrir miríades chegaria, fogo cairia e
os nossos adversários seriam aniquilados. Não ficaria nem um Romano Ímpio,
imundo, amoral, seria purificado a gloriosa Jerusalém, vou provar a vocês que
sei o que era para acontecer: Agora o que acontece comigo é diferente, mas não
foi assim foi que eu vi e entendi.
É sufocante conviver com a verdade
latejando ante seus olhos, ver e rever como desprezei a maior e mais importante
oportunidade de minha vida. A estúpida decisão de me pendurar num ato de
desespero, vergonha e medo pelo ato mais covarde e vil, desprezível; sim fui
desprezível, se quer pensei nos meus; aliás, enquanto roubava das doações
vultosas achava que “não haveria mal algum afinal, eu é que gerenciava e pagava
e comprava e mantinha em ordem. Era um pagamento”, e agora vendo meus mal
feitos diuturnamente sendo que a cobrança não para, a paz não me alcança. O
medo me persegue, o terror me oprime e não há fôlego, não há tempo, não há dia,
não há noite, nem mesmo uma brisa, só o bafo enlouquecedor da escuridão. A
maior dor que sinto é aqui na alma que desprezei. Não tenho como tatear, pois
não existe chão para sentir, não se contemplam nem mesmo estrelas. O que se
pode contemplar e com nitidez é uma gloria vivida por outros, e por mais que se
busque não tenho como alcançar. Grito meu desespero sem ser ouvido, não acaba
essa sensação de dor no peito, não tenho peito, não tenho corpo a agarrar. Ouço
vozes e gritos em todo tempo, meus gritos são sufocados por outros desesperados,
mas a ninguém vejo. Ouço outros pensamentos aterrorizantes compartilham do
desespero alheio sem solução, soluços agozantes e desesperançados uma tortura
mental provocada por minha escolha infeliz. Não acreditava que viria para
Hades, pois sou filho de Avraham puro de linhagem, aqui só pode ser o que o
Rabi falou em suas parábolas, ouvi e não compreendi, vi e não entendi, agora
busco uma saída, e não há. Busco solução não a encontro, e minhas lembranças
cobram-me sem cessar.
Não há acima, abaixo, lado esquerdo
ou direito, o que será isso, nem mesmo vultos, desejo ver pelo menos vultos,
nada somente gritos, lamentos, e a torturante lembrança que me persegue. Tento
tatear, se quer tenho mãos deixem-me pensamentos meus, abandonem-me memórias
miseráveis. Mas não tenho tréguas, nem mesmo um prazo para respirar, quero
desaparecer, mas, onde, como? Se pudesse correr correria sem parar correria,
correria para fugir de mim mesmo. O tormento não me deixa a dor não me
abandona, consigo sentir a corda me sufocando, e meu peito também. Quando isso
vai acabar? Poderei sair deste lugar? É interminável o tormento socorro,
socorro.
A Revelação
Era uma manhã, estava ouvindo
João o que batizava clamando a plenos pulmões, ele
estava às margens do Rio Jordão dizendo: “Mudem seus Caminhos, suas atitudes,
pois está chegando o Reino de Deus”.
Suas palavras eram
impressionantes, o mais impressionante mesmo eram suas roupas, parecia surreal,
pelo de camelo, era como ver um descrente vindo de cavernas. Multidões vinham
para ouvir, neste tempo esperávamos alguma coisa acontecer, havia um movimento
político convencendo a alguns que a mudança aconteceria se tomássemos uma
atitude, havia também um movimento de puritanos que se isolaram em Qunrãn,
certo é que todos esperavam que o Mashiach, ou melhor, um Rei Messias fosse
apresentado ao mundo, ele nos livraria dos perversos Romanos, uniria a nação
tornando-a a maior nação do mundo. Minha curiosidade levou-me a ouvir o que
aquele homem estranho dizia, eu digo estranho, pois, pelo que se contava ele é
filho de Levy, era sacerdote, e pelo que sabia o Pai dele o Sacerdote Zacarias
ficou mudo próximo ao nascimento do menino, só recuperando a fala para falar o
nome do menino que não tinha nada a ver com nomes da família.
Fique entendido que muitos
profetas foram mortos ou maltratados no passado, e que por mais de 300 anos que
não se levantava profeta. Este é o motivo de tanta expectativa referente ao
prometido, surgindo um mensageiro coerente Claro que haveria um alvoroço houve
um real alvoroço, surgiram é verdade alguns loucos incoerentes, Barsabas foi o
mais louco, daí ser João o que Batizava tão festejado. A verdadeira expectativa
era de saber se ele seria o Mashiach, e por isso perguntaram: Você é
o Mashiach? Mas, para nossa surpresa ele
disse que não era, e sim que seria o precursor do Enviado, pois, não era digno
de se quer chegar perto d’Ele. Como assim? Ainda não estava formada a corte da
realeza Messiânica? Esta era a oportunidade magnânima, fazer parte da historia
do novo Israel, o Israel glorioso, não escravo de ímpios e imorais centuriões,
era a renovação do reinado de David e neste caso estava qualificado
a participar bastava conhecê-lo, pois sou o puro representante de Ish-Kerióth. Ah! Minha doce Ish-Kerióth, próximo
a Yaohú-dah, linda, farei grande minha cidade natal, serei o mais próximo e
poderoso ministro do Novo Yshael, fui preparado para isso, sou escriba, sei ler
e escrever, e tenho o essencial para a corte. Declarei ambicioso. Este era o
pensamento que me circunscrevia.
Aproximar-me fazer-me amigo intimo
fiel, confiável este era o meu objetivo, isso se tornou minha obsessão.
Aconteceu que Estava ouvindo mais
detalhes para conhecer e reconhecer o Mashiach, quando João erguendo os olhos
disse: “Eis o cordeiro de Deus” . Ninguém compreendeu que queria
dizer, isto é, quase ninguém, eu compreendi e procurei na multidão. Procurava
por alguém que expressasse a Beleza de Deus, procurava por homem com a
aparência de um Deus. O que via, no entanto eram homens comuns, brutos, sem
expressão facial, até que vi um homem espadaúdo, brutão mesmo, mas com um olhar
incomum, profundo quando me olhou, sim, pois, passou bem rente a mim, parece
que me despiu a alma, olhou dentro de mim, não poderia ser, pois não tinha
beleza alguma, como era possível? Suas mãos eram calejadas, parecia ser oriundo
de trabalhos braçais, mas as profecias diziam que Ele teria um profundo
conhecimento de Deus, um homem sem instrução não teria este conhecimento. Para
mim, Ele sequer saberia ler, quanto menos ter estudado junto a rabinos, ou
escribas que pudessem transmitir-lhe o conhecimento do Mishma, da Torah, do
Tanakh, do Talmude, afinal que sabem as ralés? Apenas seguir o que lhes dizem
doutores da Lei.
A atenção voltou-se ao profeta, ele
e o Brutão conversam sem que saibamos o que se passa, o Galileu desceu às
águas, meu pensamento questionou-me mais uma vez, “não há de ser o Mashiach
alguém que tem do que se arrepender”. Mas qual; vimos uma forte luz e luzes
sobre o Galileu, sons terríveis ouvimos sem compreender, pois, pareciam trovões.
Mas os acontecimentos agitaram a multidão. Não sei para onde foi somente no dia
seguinte pude vê-lo novamente e João repetiu o anuncio. Já não havia duvida eu
o segui, mas adiante de mim havia outro só que Galileu chamado Adonias foi interrogado sobre o que
procurava, a resposta que todos queríamos saber era onde morava. E Ele nos
disse: “venham e vejam” , e fomos com ele durante o
caminho percebi que não obstante sua compleição física, sua voz era agradável,
cheia de força e segurança, e por incrível que poderia me parecer o que falava
era mais claro e completo que qualquer rabôni que já ouvi, e as razões
apresentadas por Ele de tal simplicidade que dizíamos por que não pensei nisso
antes.
Deixei tudo, decidi fazê-lo Rei e eu
seu ministro principal afinal tinha excelente formação própria de meu berço, em seguida me pareceu nepotismo
André chamar seu irmão Shimon Bar Yonah que foi apelidado de Pedro por ser bruto como uma
rocha, afoito como adolescente e analfabeto. Para mim até o momento era bom,
pois ainda o único instruído. Junto ao pescador estavam seus sócios: Yonah, Yaakov, Yochanan
seguiram ao Rabi os dois sócios de Yonah, ainda vantajoso para mim. Seguimos
para a Galiléia mais precisamente Betsaida por
decisão do Rabi, a mesma região de origem de Céfas seu irmão e seus sócios, o
que não era bom, pois poderia haver mais nepotismo. Tal qual, encontramos certo
Filipe de pai Grego e mãe judia que também fora discípulo de João. Mas como foi
o próprio Rabi quem o chamou, nada como me aproximar. Filipe havia me convidado
a falarmos a um estudante fiel da Torah, temente a YHWH.
Ao vê-lo estava praticando o Minchá, após o que Filipe lhe disse
feliz: “achamos o Elia-uh profetizado por Moshe”. “e por acaso sai alguma coisa
boa de Nazaré”. Foi a arrogante resposta de Natan‘el. “Filipe lhe disse: “Vem e veja por si”. O Rabi viu Natanael
vindo até ele e disse a seu respeito: “Eis verdadeiramente um israelita em quem
não há fraude.” Natanael lhe disse: “De onde me conheces?”Respondeu-lhe Jesus:
“Antes que Filipe te chamasse, eu te vi quando estavas sob a figueira”. Então
Natanael exclamou: “Rabi, tu és o Filho
de Deus, tu és o Rei de Israel”. Ficamos
Atordoados,
espantados mesmo, como Ele poderia saber? Pois, estávamos apenas os dois e
Natanael, somente sendo o Mashiach poderia ver tudo, realmente o havia achado.
Outro Galileu chamado pelo Rabi foi Shimon o kanai, e me aproximei dele mais que dos demais,
pois, já havia participado de um grupo Kanai e até feito algumas incursões contra
os Romanos, e por missões encaminhadas pelo Rabi íamos juntos.
A
confiança.
Acompanhamos o Rabi à Galiléia,
pois, lá estava sua mãe. Vivia lá, chegamos à casa de sua mãe, soubemos das
bodas de seu parente, ao saber da presença do rabi eles o convidaram e a nós
também, sua mãe muito piedosa era viúva e respeitada por sua firme fé e
atitudes probas, a carpintaria da família era bem cuidada de modo que seu bom
gosto fazia as vendas irem bem.
Na festa, observava a atitude do
Rabi que em tudo divergia dos demais Rabinos, se bem que, estava entre os seus,
mas conversava sem reserva com todos e os sábios e entendidos de todas as
formas buscavam disputar com Ele pontos polêmicos da Torah, mas em nada
conseguiam vencê-lo a cada assunto discutido sua voz firme e suave demonstrava
onde estávamos equivocados e quão crassos eram nossos erros. Quando sua mãe o
chamou à parte fomos juntos, por ser a familiar de maior respeito e mais
próxima da mãe do noivo confidenciou-lhe o temor da vergonha, e Mary disse à sua confidente que saberia
o que fazer, e assim com a autorização da anfitriã levou consigo alguns dos servos
de confiança, e orientou-os que fizessem tudo que Ele lhes disse por mais louco
que pudesse parecer. Achei interessante a observação, fiquei olhando a ver o
que iria acontecer, “será que eles têm algum kosher em reserva?”, o Rabi com simplicidade
de quem sabe mais do que aparenta e que nada o surpreende. Disse-lhe: “Enchei
de água estas seis talhas”. Como assim encher de água? Que brincadeira era esta;
seu parente seria execrado, humilhado, que era isso? Eram aproximadamente 720 litros, sua ordem posterior pareceria
ainda mais absurda. “Agora levai ao mestre sala”, o que? Como assim? Levar água
ao mestre sala? Qual o que; fui experimentar e era vinho. O melhor que já
provei, seria mágica, seria ele mago? Minha mente girava, girava o que estava
acontecendo? Mas todos provaram era vinho, não havia como contestar o melhor
vinho era milagre só havia esta explicação. Quando foram em busca de Jesus, Ele
já havia se recolhido não estava mais na Festa, evidente fui à sua procura.
A partir daí vários homens que
tomaram conhecimento do fato passaram a segui-lo até mesmo escribas. Foi
convidado a estar no Shabat na Sinagoga para o Parashát, no
dia e por saber do milagre do Kosher, já havia uma grande quantidade de
seguidores, pois, também curava doentes, seguimos para Cafarnaum sua moradia e
como era próximo da páscoa fomos para Jerusalém a noticia se espalhou e houve
grande aglomeração havia vários cambistas estavam frenéticos, pois, havia muito
movimento para a festa do Pessach. O Rabi Chegou à ao pátio do
Templo e ao ver que os cambistas faziam dali uma feira, ficou tomado de ira
pegou um azorrague de um Caravaneiro que perto dali estava e passou a derrubar
as barracas e a brandir o azorrague, como se fosse chicotear aos transgressores.
Após o susto no Shabbat, fomos aguardar o encerramento do repouso para voltar
para Kephar
Nachûm, nesta mesma noite certo Membro do
Sanhedrîn
Chamado Nicodemos,
que nos pediu para leva – lo até o Rabi com urgência, e assim o Nasi foi levado e nós também queríamos
saber de que se tratava. Desde então, passou a segui-lo grandes multidões e nós
que o seguíamos desde o princípio passamos a cercá-lo, pois, a população não
tinha muitos critérios e o espremiam não era possível nem caminhar, um frenesi.
O mestre passou a permitir que fizéssemos um circulo à sua volta e segundo ele
não era para protegê-lo e sim organizar a forma de aproximação, havia muito
milagre, pessoas possuídas de todo o tipo de enfermidade acorriam ao Mestre, e
por Ele eram curadas, era para mim particularmente possível antever o reino
proclamado e eu seu auxiliar acílito, mais próximo ou quem sabe seu tesoureiro
e todas as riquezas de seu reino passariam pelas minhas mãos. Coincidentemente
mulheres de ricos comerciantes e dignatários que receberam graças, passaram a
financiar as necessidades e viagens do Mashiach. Por ser entre os seguidores
mais próximos o mais letrado Ele me escolheu, Ele me escolheu, Ele me
escolheu... Meus sonhos estavam se concretizando, tomaria conta da bolsa seria
seu tesoureiro. Mas uma Sombra passou a me assombrar. O Rabi voltando a
Galileia passando próxima a coletoria viu o publicano
Mattiyyah, que coletava impostos, ele é um funcionário público e lidava com
dinheiro, e era estudado.
A prática da Misericórdia aos pobres
como é sabido é uma virtude ordenada na Torah,
como é ensinado sempre assistir aos pobres. E as bondosas Senhoras e nobres
faziam vultosas ofertas à bolsa que gorda fazia de mim uma poderoso benfeitor.
Há
também outro motivo do Rabi instituir um tesoureiro; certa vez quando
entravamos em Kephar Nachûm, alguns
cobradores de impostos não se atrevendo interpelar o Rabi, perguntaram a Pedro:
“Não Paga Vosso Mestre os oito gramas de prata?” Pedro sem saber o que dizer
respondeu olhando para mim: “Sim”, mas antes que qualquer um dissesse algo
Jesus se antecipou, ordenou a Pedro que pescasse e que na boca do peixe teria o
valor do imposto. Além do que, muitos dos que creram na mensagem messiânica
desejavam contribuir para a instituição do novo reino. A esta altura já éramos
muitos seguidores e dos que estavam mais próximos buscava sempre estar entre os
primeiros, sempre pronto e atento assim a cada dia conquistava a confiança do
Rabi.
Vi e
Vivi o que os Outros não Viram.
Onde estou só há escuridão,
quando na Esnoga
nos ensinavam que ao descer à habitação dos mortos haveria silencio erraram,
pois, aqui minha consciência grita dentro de minha alma e não há paz se pelo
menos houvesse solução para minha aflição, mas não, há apenas a cobrança
constante dos meus atos. Revivo constantemente as maravilhas vistas e vividas. Logo
que Conheci a Yehoshua, fomos à Galileia
e houve a transformação de água para vinho. Chegamos a casa de Cefas e a
sua sogra padecia enferma e com apenas tomando-a pelas mão
a curou, ainda na Galileia saímos da Sanhedrîn
e com sua declaração de “quero fica limpo” o leproso ficou curado. Fora os
vários milagres de cura, já em Cafarnaum a libertação de endemoninhados. Certa
vez, ainda antes de ser um seguidor Pedro e seus sócios pescavam sem, contudo,
ter sucesso o Rabi estava próximo ao mar e grito-lhes, lancem a rede para o
lado direito eles se perguntaram o que sabe este nazareno, mas, Pedro cumpriu a
determinação e para a surpresa de todos eles a rede ficou tão cheia que parecia
que os peixes escondidos receberam ordem de pular na rede. As duas vezes que
multiplicou pães e peixes, A cura do Filho do Oficial que também passou a ser
um cooperador da bolsa, Outra Vez em Naim uma mulher vinha com um cortejo
em prantos, é que seu filho provedor de sua casa havia morrido, e além de sua
falta a mulher já antevia as privações pelas quais seria afligido, o Rabi
mandou o corteja parar e compadecido da viúva consolou-a e voltando-se para o
esquife ordenou “rapaz te mando levanta-te” ao que o jovem saltou do esquife e
abraçou a sua mãe. Que dizer então da noite em que o Rabi ficou em Cafarnaum e
nos mandou atravessar para Genezaré, já alta madrugada, com o mar agitado,
vimos uma figura caminhando sobre as águas agitadas, todos gritamos de pavor,
pois, muitas são as lendas de criaturas das águas. Mas ao tornar-se mais
visível verificamos que era o Mestre que vinha ou seu espírito, Cefas o mais
atirado gritou que se fosse o mestre que o mandasse ir até si, e assim se fez.
Porque não fui eu? Certamente eu não teria afundado. Mas as formas de milagres
nunca poderiam ser esgotadas. Certo Cego de nascença, estava próximo do tanque
em Siloé e o Rabi o viu ...
A
Tentação.
O peso da revelação.
Eu sei que não estou mais
encarnado, no início não pude compreender como era possível, eu vi a mim mesmo
pendurado naquela maldita arvore não era grande o que ditou meu ato de
desespero foi saber que tudo que até então pensava ser a mais absoluta verdade
havia caído por terra. Como já mencionei Yahoshua não reivindicou o trono nem
convocou o povo a tomar o poder, e com a ajuda das milícias celestiais derrotou
os Romanos, não, Ele simplesmente se submeteu, e naquela hora passou como um
lampejo em minha mente; “matei um justo, o que pensei estava errado, a
revelação daquela hora foi para mim um castigo, Ele deveria morrer, e quem o
matou fui eu”.
Akiva Ben Yossef ou Rabi Akiva foi um tanaíta da
província da Judeia em fins do primeiro século e durante a primeira metade do
segundo século. Nascimento: 50 d.C., Cesareia,
Israel Falecimento: 137 d.C., Cesareia, Israel. Nome completo: Akiva ben Joseph. Cônjuge: Raquel. Pais: Joseph. Livros: The Book of Formation (Sepher
Yetzirah): Including the 32 Paths of Wisdom Their Correspondence with the
Hebrew Alphabet and the Tarot Symbols,
(הקודש רוח) - Espírito de Deus, ou ao pé da letra, O Espírito de Santidade
-אנדרה - - Evan. João 1: 29
- Nome: Moisés (em hebraico, Moshe - em egípcio, Mósis).
O termo zelota ou zelote, em hebraico קנאי, kanai significa literalmente alguém que zela
pelo nome de Deus,
Os zelotes acreditavam na luta armada contra os
romanos e esperavam um Messias guerreiro. Simão, um dos 12 apóstolos, era
conhecido como “o zelote”.
Substantivo masculino 1-. Hist.
cobrador de impostos no Império Romano. -2. Ant. contratador
ou adjudicatário do Estado, encarregado principalmente da cobrança dos
impostos. Matheus é uma variante do
nome Mateus, este originado no hebraico Mattiyyah, chegou até
a língua portuguesa através do latim Mattaeus. Significa "dom
de Deus".
-
Pois nunca cessará o pobre do meio da terra: pelo que te ordeno, dizendo:
Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o
teu pobre na tua terra
כִּיKYלֹא-LOיֶחְדַּלYECHËDALאֶבְיוֹןEVËYONמִקֶּרֶבMIQEREVהָאָרֶץHÅÅRETSעַל-ALכֵּןKENאָנֹכִיÅNOKHYמְצַוְּךָMËTSAVËKHAלֵאמֹרLEMORפָּתֹחַPÅTOACHתִּפְתַּחTIFËTACHאֶת-ETיָדְךָYÅDËKHAלְאָחִיךָLËÅCHYKHAלַעֲנִיֶּךָLAANYEKHAוּלְאֶבְיֹנְךָULËEVËYONËKHAבְּאַרְצֶךָ:BËARËTSEKHA:סS